quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Campanha Fada-do-Lar II

Cidadã, quereis fustigar o Vosso corpo e alma, porque haveis comido um prato, do tamanho de uma travessa, de batatas fritas, mas não sabeis como???



Após um longo dia de trabalho, nada melhor do que chegar a casa e aspirar tudo do chão ao tecto (incluindo tirar sapatos da sapateira para aspirar o interior), seguindo depois para uma bela esfregadela de todas as loiças do W.C., incluindo ficar fora da cabine de chuveiro com uma escova de dentes impregnada de CIF, numa pose digna de Cirque de Soleil...



As dores!!! Tudo isto foi feito no domingo, e ontem ainda me doíam as costas... ao menos hoje já só sinto as pernas doridas

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

IELTS

Tal como qualquer sportinguista, tenho uma faceta de masoquista em mim, e talvez seja por isso que vou efectivamente tentar candidatar-me a um PHD.




Para que o possa fazer, tenho que provar o meu nível de inglês, e isso consegue-se com o teste IELTS... que se faz no British Council... e que é dificil para xuxu... e que é tão exigente que é feito durante um dia inteiro... ali presa naquele palecete... a pensar em inglês, a falar em inglês, a escrever em inglês... NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO!!!! Uma coisa em que sempre fui a melhor, subitamente assusta-me. Sim... não há cá falsa modéstia... eu sempre fui a melhor da turma a inglês. Desde que tenho inglês... ou seja, desde o 5º ano (mesmo com as cargas de nervos que dava às minhas professoras por ter demasiado apego às americanices).




Foi por isso que quando me disseram que teria que fazer o IELTS, decidi ir à Fnac ver o que havia de livros em inglês, para voltar a ver inglês escrito (já que falo todos os dias, mas nem escrevo nem leio...). Foi então que o vi na prateleira... Mini Shopaholic. da Sophie Kinsella. Claro que o tive que trazer comigo!




Tal como os outros livros da saga da Becky Bloomwood Brandon, é extremamente divertido, com momentos de pura loucura (e o que me assusta é que me revejo em tanta, tanta, tanta coisa...). Não é propriamente um livro que nos faça pensar muito, mas a verdade é que gosto mais destes livros pipoca, em que me basta pegar nele e entrar na história, sem ter que estar a cansar o cerebro (que para esses já me bastam os da escola - como diz o meu pai). Tal como todos os outros da Sophie Kinsella, este é um optimo livro para quem quer rir, e pensar em roupa gira... basicamente, o tipico livro do genero Chic Lit... para mim, optima escolha para finais de tarde de Verão :)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Eu sabia!

Eu sabia que ia dar mau resultado ter que fazer tempo no Vasco da Gama, até chegar a hora de ir para o curso de preparação para o IELTS.

Resultado, em 1h30m gastei 120€... está certo... digamos que hoje devo ir directa para a escola (ou para a pastelaria junto à escola OOPS!!!).

domingo, 7 de agosto de 2011

Campanha Fada-do-Lar

Cidadão...

Tens de aspirar e essa é uma tarefa que detestas, ainda mais do que detestas favas guisadas??

Experimenta pôr-te a cantar e a tocar "air guitar" com o tubo do aspirador, que vais ver como o tempo voa!

Nota de rodapé a ser lida bastante depressa, tal como nos anuncios de medicamentos\bancos: Não se aconselha o mesmo enquanto se aspiram varandas ou com os cortinados abertos

sábado, 30 de julho de 2011

Harry Potter e os Talismãs da Morte parte 2

Eu sou uma desnaturada e só fui ver o 1º filme do Harry Potter ao cinema. Todos os outros vi em casa. Mas o último teria, obrigatoriamente, que ir ver ao cinema! Nem que fosse a uma sessão estapafúrdia! Nem que fossem em 3D!!! E graças a Deus que ainda há cinemas (... el corte inglés...) que ainda passam filmes a 2D mesmo com toda esta loucura do 3d (que eu odeio, que me faz doer a cabeça, e que me faz ouvir os filmes sem olhar sequer para o ecrã gigante).



Eu fui daquelas pessoas que só descobriu o Harry Potter, depois de ter visto o filme. Praticamente, foi sair da sala e ir comprar o livro. E ir comprar o 2º. E o 3º e o 4º e o 5º... ficar em agonia até sair o 6º e ler o livro da minha colega M., que tal como eu não conseguia esperar meses pela versão traduzida e comprou em inglês. E acontecer-me o mesmo quando saiu o 7º e simplesmente comprar a versão inglesa e devorar da 1ª à última linha... A J.K. Rowling é uma escritora fenomenal, que nos consegue prender na sua teia e quando damos pelo facto de que existe um mundo fora daquelas páginas, à nossa espera, já o livro acabou e já o desespero se forma na nossa mente... "E agora?? E agora??? O que acontece?!?!? Quando saí o próximo livro???NÃO!!!!!!!!" Mas, digamos a verdade... os livros são assim fantásticos e viciantes, porque ela os começou a escrever em terras lusas! Se o tivesse imaginado no UK de certeza que saía dali uma coisa sem graça! Agora o Harry é do Puerto carago!!! É por isso que ninguém se mete com ele!



Mas chegou a hora da despedida e há coisa de 2 semanas atrás, juntei a minha companheira destes assuntos mágicos e vimos, em casa, Os Talismãs da Morte parte 1, para relembrar o que aconteceu e para termos o fio condutor mais próximo da memória...



A 2ª parte é emocionante. É o grande confronto de titãs. A hora da justiça final! Faz-nos rir, faz-nos recear, faz-nos dizer: óoooooh e faz-nos choramingar... (em especial, a parte da trama sobre o Snape. Umas das minhas personagens preferidas e que mais me custou perder... I LOVE YOU SNAPE!!!).



A fotografia do nosso Eduardo Serra (PORTUGAL!PORTUGAL!PORTUGAL!!!) é simplesmente de tirar o fôlego. Capaz de apelar ao nosso lado mais tenebroso e dramático. Não é por nada que ele é um dos melhores da sua área, e que já foi nomeado para Óscar.



A parte do filme mais estúpida, parva, mal-feita, com caracterização mesmo muito pobrezinha e ao nível de um filme rasca de 1960 foi mesmo o final. O que é triste. Fizeram tudo bem, até aos minutos finais... O que é aquilo meu Deus?! A sala desatava a rir, sempre que aparecia a Ginny... meu Deus, pobre rapariga...



Adeus Harry... you shall be missed!

A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo


Atenção, não sou eu! É o regresso da minha Lisbeth.




Tenho tido pouco tempo para ler, e esta coisa dos turnos rotativos vai-nos queimando o miolo, mas depois de para aí 2 meses, lá peguei novamente no livro para não mais largar. E depois não ajuda o facto de me pôr a ler o Murakami ao mesmo tempo (o Underground é arrepiante! em especial, se tivermos em conta todos estes últimos acontecimentos... qualquer dia sou agorafóbica...).



Mas, tal como o volume anterior, este continua a seguir a história da Lisbeth (que é sem dúvida uma das personagens femininas mais fantásticas de sempre) de um modo tenebroso, mas ao mesmo tempo viciante e que nos põe sempre a soluçar por mais... Assim que acabei este livro, tive que ir buscar o 3º da saga. Não aguentei não saber o que poderia acontecer (apesar de já ter visto os filmes... é verdade! Mas a verdade é que normalmente há sempre coisas diferentes - por exemplo o médico do 3º filme é um borrachinho que se sente atraído pela Lisbeth e no 3º livro o médico tem 50 e poucos anos...).



Na verdade, agora, após perceber melhor o porquê de certas coisas que acontecem nos filmes, ainda tenho mais vontade de os rever! Como o F. não gosta muito de ler, não percebe o porquê de eu querer ler livros de filmes que já vi, assim como o oposto... Mas a mim, dá-me ainda mais gozo ver se fazem como eu imaginei, ou se o filme foi uma boa adaptação do livro. Até agora, esta saga, complementa-se maravilhosamente. E se os filmes me fizeram ir à procura dos livros, estes últimos vão com toda a certeza, fazer-me rever os filmes e a grande Noomi Rapace que é uma Lisbeth simplesmente maravilhosa.


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ok...

Sabem aquelas tatuagens parvas, que todos nós já vimos? Arame farpado (ui que perigoso\a que eu sou); rapazes com tatuagens de luas\golfinhos muito fofinha(o)s nas pernas (estariam bêbados??), mas há pouco tempo vi uma que ficou já no Top...



Imaginem que se chamam Francisco. Querem fazer uma tatuagem. E o que fazem? Uma tatto a dizer: Francisco.


Não, não é com caracteres chineses\árabes\japoneses... no bom alfabeto ocidental... simplesmente: Francisco.


A minha pergunta é: será que esta pessoa se esquecia do nome? Assim do género, numa repartição das finanças o funcionário público olha para ele com aquele olhar doce que os caracteriza, diz numa voz doce como mel: "NOME?!" e o moço fica atrapalhado, não se lembra do nome... olha para o braço e EUREKA! "Chamo-me Francisco..."